
Pára de falar.
Pára de escrever o que sentes.
Pára de fingir que sabes, quando te perguntam “Porquê?”.
Nunca viveste o suficiente para saberes do que falam, nunca te responderam quando sangraste as palavras que tens cravadas no peito, os teus pensamentos são certezas absolutas sem fundamento.
Nunca foste o suficiente para alguém, nem encheste alma alguma daquela inspiração que faz crescer livros…

Não quero ser o nome de que te recordas, quando os olhos teimam em fechar;
Não quero ser palavra, seguida de ponto final, nas cartas que escreves ao coração;
Não quero ser a alma com quem sabes querer ficar a vida inteira.
Deixa o que vivemos, deixa as memórias no passado, onde elas sempre se sentiram em casa.
Quero, sim, ser o primeiro nome que te sai dos lábios quando o Sol te tocar, ao de…

Não quero ser o nome de que te recordas, quando os olhos teimam em fechar;
Não quero ser palavra, seguida de ponto final, nas cartas que escreves ao coração;
Não quero ser a alma com quem sabes querer ficar a vida inteira.
Deixa o que vivemos, deixa as memórias no passado, onde elas sempre se sentiram em casa.
Quero, sim, ser o primeiro nome que te sai dos lábios quando o Sol te tocar, ao de…

Her gaze unconsciously landed on the mirror at her side.
These days, everytime she looked at herself there was something new to discover: a new beauty spot in her endless row of petite constellations, a faint wrinkle in the corner of her eye from laughing too hard, a chipped nail in an otherwise perfect manicure or the dark hair that keeps growing even though she tries her utmost best for it to…

1. Enquanto os fios de cabelo caíam, a incerteza desfazia-se ao som da tesoura.
2. O vento quente chegou. Encosta-te, sem colar. Quero continuar a ser apenas eu, contigo.
3. Podem o morango, a cereja, a melância e o melão não ter o gosto do Verão?
4. As (tuas) memórias leva-as o vento. As (tuas) palavras nunca chegaram a mim.
5.Banquete de sorrisos e amor. Nunca o estômago se tinha sentido…

Hoje, de lábios rubros, sentei-me na esplanada do café. A empregada, com um suspiro de enfado – de quem sabe que, mais tarde, vai ter de fazer desaparecer da chávena a marca da minha visita – pergunta-me o que desejo tomar. ” Um café e um pastel de nata, por favor.” Sorrio e agradeço. Era fim de tarde, o sol começava a esconder-se atrás dos arranha céus, mas continuava a espreitar por entre os…