
Pára de falar.
Pára de escrever o que sentes.
Pára de fingir que sabes, quando te perguntam “Porquê?”.
Nunca viveste o suficiente para saberes do que falam, nunca te responderam quando sangraste as palavras que tens cravadas no peito, os teus pensamentos são certezas absolutas sem fundamento.
Nunca foste o suficiente para alguém, nem encheste alma alguma daquela inspiração que faz crescer livros…