
Não quero ser o nome de que te recordas, quando os olhos teimam em fechar;
Não quero ser palavra, seguida de ponto final, nas cartas que escreves ao coração;
Não quero ser a alma com quem sabes querer ficar a vida inteira.
Deixa o que vivemos, deixa as memórias no passado, onde elas sempre se sentiram em casa.
Quero, sim, ser o primeiro nome que te sai dos lábios quando o Sol te tocar, ao de…

Não quero ser o nome de que te recordas, quando os olhos teimam em fechar;
Não quero ser palavra, seguida de ponto final, nas cartas que escreves ao coração;
Não quero ser a alma com quem sabes querer ficar a vida inteira.
Deixa o que vivemos, deixa as memórias no passado, onde elas sempre se sentiram em casa.
Quero, sim, ser o primeiro nome que te sai dos lábios quando o Sol te tocar, ao de…

As pálpebras ainda meio adormecidas e a vontade de chorar – madrugadora nata – já batia à porta. O meu peito, qual pugilista, bate com toda a força que tem, em intermináveis assaltos, onde ele nem sempre ganha. Está cansado, roxo, dorido, manco e ” cair e levantar” é o que de melhor sabe fazer. Passeaste nos meus sonhos, hoje, e parecia Verão. Os meus cobertores viraram braços e a tua cara…